Diferenças entre gestão e liderança

Embora gerente e líder pareçam títulos intercambiáveis, seus funcionários com experiência em ambos podem dizer a diferença. Ambas conduzem os funcionários ao sucesso e alcançam os objetivos da empresa. Ambos têm seu próprio foco e métodos. Qual papel funciona melhor para sua empresa é com você.

Orientado pelo Processo vs. Orientado por Resultados. Um gerente preferiria que todos seguissem as diretrizes ou processos testados e comprovados. Se funcionou antes, funcionará de novo e de novo. Mudar o processo pode distrair a todos e produzir resultados menos desejáveis. Líderes pensam que é melhor que a equipe atinja os resultados desejados, mas eles podem vir. Eles patrocinam a inovação em seus processos e aceitam idéias de todos os lados.

Organiza e equipe versus guia e conselho. Manter um certo número de funcionários e preencher todos os cargos seria o trabalho de um gerente. Os gerentes se certificam de que todos os slots estejam preenchidos adequadamente, de modo que todos os entupimentos no funcionamento interno da empresa possam se encaixar perfeitamente e continuar funcionando em plena capacidade. Líderes tendem a defender seus atuais funcionários e treiná-los para esses cargos. Eles são mais propensos a contratar de dentro e promover o crescimento da carreira dentro de sua empresa.

Escreva memorandos vs. treinador e ensine. Quando os gerentes veem algo que precisa ser corrigido, eles costumam lançar um memorando para o público-alvo. Esse tipo de correção alcançará, de maneira ideal, os resultados desejados com o mínimo de interrupção nas atividades do dia e na produtividade. Um líder acredita que tomar o tempo para reciclar pode produzir mudanças positivas. Eles acreditam no poder de treinar individualmente para que seus seguidores aprendam e corrijam seus comportamentos por conta própria.

Pensador Estruturado vs. Pensador Estratégico.

Relacionado a ser orientado a processos e resultados nos negócios, há uma diferença entre pensar estruturalmente versus pensar estrategicamente. Gerentes amam estrutura. Eles adoram diretrizes fáceis de seguir e sistemas de várias etapas que atingem os resultados esperados. Os líderes, no espírito da inovação, preferem assumir riscos estratégicos que podem levar a empresa adiante para alcançar os resultados desejados. Os líderes acolhem a mudança em nome da eficiência e não hesitarão em modificar seu processo.

Advogado Fagali reporta como os assuntos de Compliance são abordados em cursos de MBA

Cada vez mais procurados por quem deseja complementar seus estudos acadêmicos, os cursos de MBA (Master of Business Admnistration) têm atualmente conteúdo aprofundado em temas relacionados à área de Compliance. Tratando-se de um tipo de pós-graduação da modalidade Lato Sensu, a certificação, conforme noticia Bruno Fagali, é de interesse frequente de profissionais que atuam como executivos. O advogado pontua ainda que assuntos como design, inovação e tecnologia também completam o conteúdo programático desses cursos.

Segundo reporta Bruno Fagali, que é sócio da Fagali Advocacia, o docente Vicente Ferreira, que leciona na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) salienta que a maior parte das instituições de ensino mais sólidas do país oferecem as matérias de Compliance de maneira transversal. Dessa forma, o ensino de questões relacionadas ao assunto costuma ser empregado no momento de se minimizar situações em que algum conflito de interesses possa ocorrer na gestão de empresas. E isso acaba por ser feito obedecendo-se padrões considerados éticos, destaca o profissional.

O representante da Fagali Advocacia exemplifica a situação mencionada por Ferreira ao relembrar o modo como a FGV aplica este tipo de assunto em seu gerenciamento. Conforme explica o advogado, a instituição em questão se reúne com diversas empresas a fim de adequar o conteúdo de seus cursos à realidade do mercado. Gerson Lachtermacher, que atualmente dirige a área de Programas e Processos Acadêmicos da fundação, aponta que os cursos são revistos frequentemente e os novos conteúdos são incorporados gradativamente à grade curricular, conforme maior ou menor grau de relevância.

Marcelo Boschi, coordenador dos cursos de MBA da ESPM – Rio no que se refere ao segmento que envolve Marketing Estratégico, apresenta posicionamento semelhante ao de Lachtermacher, salienta o advogado. Boschi ainda esclarece que é fundamental aos executivos que estes tenham contato com o que de fato está acontecendo na sociedade, sobretudo no que diz respeito às mudanças verificadas. Assim sendo, ele defende que constantes revisões sejam feitas nos materiais de ensino, o que pode resultar até mesmo na criação de disciplinas específicas.

Boschi complementa suas observações descrevendo as questões de Compliance como atuais e complexas. Para ele, este tipo de assunto requer uma postura inovadora por parte dos professores, que segundo ele, devem atuar de modo multidisciplinar através de uma ótica atualizada. No caso dos cursos da instituição onde atua, ele acredita que o tema possa ser parte integrante dos cursos que possuem Branding como disciplina, uma vez que se refere à reputação das empresas.

Além do Compliance, o empreendedorismo é outro tema recorrente nos cursos de MBA, noticia Fagali. Para ilustrar o assunto, o advogado relembra que Maximiliano Damas, reitor da UniCarioca acredita que o assunto é importante tanto para a formação dos alunos quanto para o desenvolvimento que se espera do país.

O advogado finaliza abordando o modo como Eduardo Murad, diretor de ensino dos cursos de pós-graduação da Unisuam, observa os interesses de seus alunos. Para Murad, quem se matricula em um MBA espera vivenciar na teoria o que ocorre na realidade, tendo contato com conteúdos relevantes e formando networking.