População pobre doa duas vezes mais que a população rica no Brasil

A população com renda de até R$ 10 mil por ano faz duas vezes mais doações do que as que ganham R$ 100 mil por ano, de acordo com a pesquisa Country Giving Report 2017 Brasil, realizada pelo YouGov a pedido da Fundação de Auxílio de Caridade.

A diretora-presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social no Brasil, Paula Fabiani, afirma que em relação à percentual de renda, os que menos ganham doam mais.

A doação da população mais pobre é de 1,2% da sua renda nos últimos 12 meses, os que possuem uma renda maior doaram apenas 0,4% da sua renda anual.

No ranking mundial o Brasil segue solidário apesar de ter caído para a 75ª posição em 2017 após ter sido o 68º em 2016.

Mais da metade dos participantes doaram no último ano, 55% em especial para igrejas ou organizações religiosas, 53% para organizações da sociedade civil e 52% para pessoas necessitadas diretamente.

Fabiani afirma que existe uma forma positiva de uma cultura de doação, porém existem alguns impedimentos e espaços na melhora desses resultados. Segundo ela um desafio é a forma como o brasileiro faz a doação. A pesquisa mostrou que 37% realizam a doação em dinheiro vivo.

O volume de doações no país representa 0,2% de PIB, um número sete vezes menor que nos Estados Unidos que é de 1,4% do PIB.

É necessário aumentar à quantia que cada um doa como a quantidade de doadores e o número de vezes que é realizada a doação.

A pesquisa também apontou que no mês de dezembro do ano passado, 21% das pessoas fizeram doações em dinheiro para organizações sem fins lucrativos. Essa quantia representa mais da metade dos que fizeram uma doação no último ano.

Entre as formas de doação estão o dinheiro, mercadorias, rifas, caixas de doação e online através de cartão de crédito, sendo a forma mais utilizada o dinheiro e a menos utilizada o cartão de crédito.

O estudo foi feito com 1.313 brasileiros maiores de 18 anos que moram em locais com acesso a internet.

 

Ether é a segunda criptomoeda mais forte do momento

Diante de tantas opções que existem de criptomoedas atualmente, é preciso estar atento para fazer o melhor investimento. Inicialmente o bitcoin chamou a atenção de investidores que possuem um perfil que suporta perdas significativas. No entanto, nos últimos 2 anos, a valorização da moeda atingiu mais de 7000%. Quem se arriscou teve a sua recompensa.

Depois do bitcoin foram muitas as novidades, hoje existem mais de 1000 moedas virtuais, entre as novas a que está ganhando destaque é a criptomoeda ether. Quem comprou essa moeda no fim do ano passado por US$ 8 (R$ 26,00), pode vendê-la por US$ 340 (quase R$ 1.135).

A diferença do Etherium, moeda que teve seu lançamento em 2014, é que seu uso está restrito a uma plataforma. Segundo a associação suíça que regula a Fundação Etherium, o programa para ser baixado permite fazer aplicações do tipo dapps, que podem operar como programas sem problemas de intercepções.

As criptomoedas em geral conseguem atrair um público que precisa entender de tecnologia e das transformações que elas podem causar. É possível que a plataforma movimente quantias de dinheiro através de instruções baseadas em regras, como nos casos em que o euro supera a libra, por exemplo.

Para realizar operações com a moeda é preciso pagar por elas. Todo movimento realizado tem um preço. Os preços cobrados servem para garantir os serviços das operações.

No ano de 2015, dificilmente o ether chegou a mais de US$ 1, época em que o bitcoin dominava 91,3% do mercado, na segunda posição vinha o ripple com 2,8% e depois o litecoin com 2,15%.

Inicialmente o ether possuía 1% do mercado, mas depois a situação se reverteu. Hoje 28,5% do mercado tem a participação do ether, enquanto isso, o bitcoin garantiu 39,8% de seu alcance no ramo.

O maior motivo para que o ether conquistasse tanta amplitude é a possibilidade que existe para conseguir um financiamento, chamado de Oferta Inicial de Moedas (ICO, com sigla em inglês).

Com os investidores que compram as moedas que são criadas pelas startups na plataforma Etherium, uma nova tendência acaba se formando e se fortalecendo por causa de iniciativas empreendedoras.

 

Aumento na produção de grãos e lucros através de bioestimulantes

Um estudo realizado pela Organização de Agricultura e Alimentação, a FAO, apontou que em 2030 a população alcançará os 8,3 bilhões de habitantes. Esse número de pessoas aumentará a demanda de comida em 60%, a de energia em 50% e a de água em 30% a mais do consumido atualmente.

Os produtores de cereais, no qual representam 781 milhões de hectares de plantação no mundo todo, iniciaram uma busca de soluções para aumentar a produção e conseguir atender a demanda daqui a alguns anos.

Os bioestimulantes estão entre uma dessas soluções, que são fertilizantes que ajudam a regular o crescimento e aumento da produtividade do plantio. São utilizados hormônios vegetais ou sintéticos e o mercado mundial desse produto deve aumentar 10,43% ao ano. Até 2022 as expectativas são de que as vendas alcancem US$ 3,29 bilhões, segundo a empresa de consultoria norte-americana MarketsandMarkets. A Europa aparece em destaque no estudo na utilização da substância.

A Valagro, uma multinacional utiliza um produto dessa categoria no Brasil chamado YieldON. Ele aumenta a quantidade de grãos de cada planta e os deixa mais pesados e consistentes. As folhas recebem a aplicação do produto dependendo do crescimento de cada uma. Ele faz uma combinação de extratos como Fucaceae, Poaceae e Chenopodiaceae que colaboram no transporte e infiltração dos açúcares e nutrientes. Ele ajuda no aumento de ácidos graxos, os lipídeos das plantas, no caso da soja, por exemplo, eles são transformados em óleo.

O gerente de cultura da Villagro, Murilo Moraes, diz que o YiedON mostra resultados positivos no Brasil.

O bioestimulante está previsto para ser utilizado em 100 mil hectares da safra 2017/2018. Moraes diz que apesar do produto ter sido comercializado apenas em maio do ano passado o desenvolvimento de testes de eficiência continuam por mais dois anos.

Alguns testes com o YiedON vem sendo realizados em milharais, por instituições pesquisadoras como a Seeds no Rio Grande do Sul, a Fundação ABC no Paraná e a Universidade do Rio Verde em Goiás. Eles confirmaram um aumento na produção de 13% a 15% em comparação aos padrões normais cultivados. A Universidade do Rio Verde obteve 29 sacas de milho a mais por hectare com um lucro de aproximadamente 500 reais.

 

Quem é por José Auriemo Neto? O rei do luxo da cidade de São Paulo

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Uma das mais expressivas incorporadoras do país, a JHSF Participações deixou sua marca na história da construção civil e das incorporações no país. Com uma liderança cativa, a empresa foi responsável por inúmeros empreendimentos de sucesso em todo Brasil e alguns países da América Latina.

Conheça um pouco da trajetória da JHSF e de José Auriemo Neto, o presidente do conselho de administração da empresa.

Em 1972 foi fundada a JHS pelos irmãos José Roberto e Fábio Auriemo, juntamente com dois outros sócios. Inicialmente o foco era a construção, sob a forma de serviços prestados para a iniciativa privada. Prédios residenciais, centros comerciais, agências bancárias, hotéis, restaurantes da rede de fast foods McDonalds foram os principais empreendimentos desenvolvidos nos anos iniciais.

Na década seguinte, a companhia já se posicionava entre as principais do setor no país. Entre as obras icônicas da década estão a construção do Hotel Transamérica na Bahia e a pista de testes da GM do Brasil, localizada no interior de São Paulo. Também foi responsável pela construção de mais de mil agências bancárias de diferentes instituições.

Na década de 90 a empresa passou por uma cisão e assim Fábio Auriemo se tornou o único acionista. Foi então que o nome mudou para JHSF. A partir daí o foco foi as incorporações imobiliárias, setor que estava se profissionalizando no país. Um dos mais importantes projetos da nova fase foi o investimentos em prédios comerciais destinados a locação, como o Metropolitan Office, localizado em um dos endereços mais importantes do comércio paulistano.

No início dos anos 2000, mais precisamente em 2001, a companhia passou a diversificar seus campos de atuação. Foi aí que José Auriemo Neto, então diretor, iniciou a construção e administração de centros comerciais. O primeiro deles, foi o Shopping Metrô Santa Cruz, pioneiro no país a ser integrado a uma estação de metrô.

Além dele, a companhia investiu em outros empreendimentos dessa natureza como o Shopping Metrô Tucuruvi. Ambos foram vendidos, contudo outros foram desenvolvidos, a exemplo do Shopping Cidade Jardim, o Catarina Fashion Outlet, o primeiro do país direcionado a alta renda, entre outros de grande expressão.

Em 2003, José Auriemo Neto, filho de Fábio Auriemo, chegou a presidência executiva da JHSF. Logo mostrou seu crivo para os negócios, sobretudo os destinados a um público mais seleto.

O Parque Cidade Jardim

Talvez o mais icônico dos empreendimentos da JHSF nos últimos tempos foi o Parque Cidade Jardim. Idealizado por José Auriemo Neto, o complexo residencial conta com apartamentos, torres destinadas a escritórios, um shopping center de luxo e um hotel da rede Fasano.

A ideia do residencial é que os moradores tenham total comodidade, possam se divertir, adquirir produtos no shopping e trabalhar em um dos escritórios da área comercial ou mista. Em 2006 as primeiras unidades foram entregues, com preços que variam de R$ 2 milhões (apartamento de 240 m²) a pouco mais de R$ 17 milhões por uma cobertura tríplex de 1.800 m². O empreendimento deu a José Auriemo Neto o título informal de “rei do luxo paulistano.

União Europeia vai ser comandada pela Bulgária pela primeira vez

O comando semestral da UE (União Europeia) vai ser realizado pela primeira vez desde que foi formado o bloco, pela Bulgária. Essa presidência vai fazer parte das decisões sobre o Brexit, onde serão resolvidos os detalhes da saída do Reino Unido da União Europeia, e também o bloco europeu precisará resolver as questões sobre a crise causada pela migração dos refugiados, para os países que fazem parte do bloco.

Durante esses seis meses que irá presidir o bloco, a Bulgária que possui uma população de somente 7,1 milhões de pessoas e é o país mais pobre entre todos os que fazem parte do bloco, promete uma agenda de compromissos intensa para um período tão curto.

O governo da Bulgária pretende ajudar na transformação do bloco para que ele fique ainda mais forte, seguro e altruísta. Para isso ele pretende contar com a ajuda do Gerb ( Cidadãos pelo Desenvolvimento Europeu da Bulgária), que é o partido populista conservador do país, e com os integrantes ultranacionalistas que formam a Frente Patriótica.

Nesses seis meses de comando da Bulgária, já estão agendados cerca de trezentos encontros entre alguns membros do bloco, sendo que um dos principais eventos será uma reunião com os líderes da União Europeia em maio, junto com os seis representantes dos países que formam os Bálcãs que ainda não fazem parte de algumas organizações comunitárias.

Existe ainda a probabilidade do começo da etapa decisiva sobre as negociações do Brexit, que o comando da Bulgária deseja liderar de forma imparcial e que poderão acontecer nos próximos meses.

Mesmo sendo conhecido como o país mais corrupto do bloco europeu, a Bulgária deseja mostrar para a União Europeia uma outra imagem do país, aproveitando esse período em que vai presidir o bloco.

O governo da Bulgária visa participar do  Acordo de Schengen,  que permite o acesso liberado de pessoas, apesar do país ter uma divisa com a Turquia de aproximadamente 260 km.

Entre 2015 e 2016, milhares de refugiados fugiram para a Turquia vindos de regiões que estão em guerra, principalmente da África e do Oriente Médio, tornando o país um território importante na luta contra à imigração de refugiados.

Administrar as implicações geradas pelo grande número de refugiados que são recusados por alguns países da Europa, vai ser outro assunto que terá que ser priorizado na gestão da Bulgária na União Europeia nos próximos meses.

 

Governo chinês construiu ilhas militares em pouco tempo no Mar do Sul da China

A China vai encerrar esse ano com instalações militares em uma região com quase trinta hectares, localizada  no Mar do Sul da China.  Essa região é disputada por seis nações há muitos séculos.

Segundo relatórios do CSIS, sigla em inglês para Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais dos Estados Unidos, a China aumentou essa área militar durante esse ano. As novas construções estão localizadas em ilhas artificiais, que ficam nos arquipélagos de Spratly e Paracel.

De acordo com imagens captadas pelo CSIS feitas por um satélite, existem depósitos que foram feitos para guardar munições, refúgios antimísseis, sistemas de radar, hangares, e diversos outros elementos militares.

Todas essas incrementações feitas nessa região, tornam esses locais um dos principais postos militares avançados do país. Apresentando bases navais e aéreas, essas ilhas foram equipadas em tempo recorde, mostrando que a China é realmente uma das principais potências militares do mundo.

As imagens ainda mostram que existe uma crise prolongada nessa região, onde uma tensão é causada pela disputa entre seis nações localizadas no Sul da Ásia. Mas de acordo com governo da China, essa expansão militar é de caráter civil e visa apenas defender o território chinês. O governo afirma, que está havendo um exagero por parte dos críticos em relação a esses fatos.

Gregory Poling, responsável pelo CSIS, declarou que o que mais chama a atenção além das edificações construídas, são os radares e os sistemas de inteligência que foram instalados. Com todo esse investimento, fica claro que o país quer espionar tudo o que está acontecendo próximo à essa região.

Segundo o diretor do CSIS, com as obras quase terminadas das bases militares localizadas nas ilhas, as forças militares chinesas devem estar próximas de desembarcarem nas ilhas, já que todas essas construções não foram feitas para ficarem desocupadas. O diretor ainda explica que a presença dos militares chineses na região, vai determinar o perímetro ao redor do arquipélago. Essa ação realizada pela China impede outras manobras por parte dos países envolvidos no conflito.

O domínio de várias regiões importantes para o tráfego de embarcações internacionais, principalmente a dos petroleiros, é disputada há séculos pela China, Brunei, Malásia, Taiwan, Vietnã e Filipinas.

 

Presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi fala sobre a importância da reforma da Previdência

Recentemente, Luiz Carlos Trabuco Cappi, o presidente executivo do Banco Bradesco, disse em entrevista que a reforma da Previdência é possivelmente o assunto mais importante entre as mudanças estruturais debatidas nos dias de hoje. Segundo ele, é fundamental que a reforma entre em vigor para que o poder público consiga adotar medidas a curto e médio prazo que permitam que o governo cumpra com o que está estabelecido no teto dos gastos federais.

Ao longo dessa entrevista, ele declarou que a nova reforma da Previdência provavelmente será votada e aprovada nos meses antes das eleições de 2018. Segundo o executivo, várias questões impediram que a reforma fosse aprovada ainda em 2017, mas que a partir de agora, tudo indica que a aprovação dependerá do plano de ações adotado pelo governo.

Para Luiz Carlos Trabuco Cappi, caso essa reforma da previdência não seja aprovada, ocorrerá um acréscimo incontrolável nos custos do financiamento do Tesouro, pois a atual situação fiscal do Brasil já está exigindo cuidados e atenção há muitos anos. Sendo assim, essa aprovação é essencial para prevenir uma série de problemas futuros.

O presidente do Bradesco também ressaltou que o crédito nos dias de hoje tem demonstrado uma perspectiva de tração, algo notado pela expansão da demanda através da base no fluxo de propostas diárias. No caso da linha de capital de giro, esta não possuía qualquer crescimento desde o ano de 2015, e voltou a se expandir ao longo do terceiro trimestre de 2017.

De acordo com Luiz Carlos Trabuco Cappi, as perspectivas de juros a curto prazo indicam que 2018 provavelmente será um ano positivo, apesar de todas as incertezas causadas pelas próximas eleições para presidente. A partir da definição das previsões para a economia, o executivo destaca ainda que as dúvidas sobre o teor fiscal, somado a perspectiva de alta dos juros a curto prazo, é um tópico que deve ser analisado com bastante atenção.

Presidente da instituição desde 2009, o executivo está na empresa desde 1969, que foi logo após ter se formado na faculdade. Com diploma em Filosofia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), Luiz Carlos Trabuco Cappi foi ganhando espaço na hierarquia do banco ao longo dos anos, tendo sido até mesmo o presidente da área de seguros.

Nesse cargo, ele colocou em ação estratégias que ganharam muitos elogios dos analistas. Foi por essa razão que o executivo levou o setor de seguros a alcançar cerca de 30% do total dos lucros do banco, um número bastante significativo e importante para o Bradesco na época.

Desde 2009, quando assumiu o comando executivo da instituição, Luiz Carlos Trabuco Cappi liderou a empresa em vários momentos marcantes, sendo possível citar a compra do HSBC no país, no ano de 2015, que se transformou no principal processo de fusão entre bancos elaborado no Brasil por superar o patamar de US$ 5,2 bilhões. Nos anos recentes, um dos maiores desafios encarados pela empresa é a modernização dos serviços e adaptação ao mundo digital, a qual precisa ser feito com cuidado e em conjunto com aperfeiçoamentos nos serviços prestados pelas agências físicas.

 

Educação Brasileira Vai “mal das pernas” Segundo PNAD/IBGE

A educação brasileira continua “mal das pernas”. Um dos exames que fazem avaliação de desempenho sobre as práticas educativas no país, o PNAD – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua – que pesquisa os índices de alfabetização, a frequência da série e do grau e o nível de escolaridade das pessoas, ou seja, o último ano estudado. A divulgação da notícia foi feita pelo IBGE. A partir daí, é possível ter um panorama generalizado sobre a qualificação e quantificação dos estudantes brasileiros. O PNAD apontou que quase 25 milhões de pessoas com idade entre 14 e 29 anos, não cursaram no ano de 2016 nenhuma instituição de ensino, seja numa escola, em cursos pré-vestibulares, curso de nível médio técnico ou de alguma habilitação profissionalizante.

O nordeste lidera alguns índices negativos. Ao analisar a relação de anos estudados (a frequência regular e o término da escolarização), a média nacional gira em torno de 8 anos estudados, no entanto, na região nordeste, estes anos reduzem-se para 6,7 anos. Neste ponto, os argumentos dos analistas das questões da educação no país, confirmam que as condições ruins e defasadas da região como um todo, na qual os recursos não são igualitários como as ricas regiões do sudeste e sul, principalmente na área educacional, impedem que o corpo de cidadãos que ingressam nos variados tipos de escolas , mantenham seus estudos, abandonando-os logo, tendo em vista que abandonam para ingressar no mercado de trabalho.

Foi visto também nos resultados das apurações que 51% dos jovens com 25 anos ou mais, apenas possuem o ensino fundamental completo e somente 26,3 % adquiriram o ensino médio. Outra análise diz respeito aos critérios de cor e raça, nos quais verificaram que entre as pessoas pretas e pardas só tinham 7 anos de estudos e os brancos , com diferença marcante, têm 9 anos de estudos.

A maior parte daqueles que deixavam os estudos, alegaram como motivo principal para o abandono ( tanto os homens quanto as mulheres) a necessidade de trabalhar ou cuidar de outras pessoas.

 

Planeta gera quase 45 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano

Um estudo foi feito em conjunto pela União Internacional de Telecomunicações e pela Universidade das Nações Unidas, e de acordo com o parecer dele,  o lixo eletrônico  gerado no mundo chegou a quase 45 milhões de toneladas em 2016, apresentando um aumento de 8% em relação aos números registrados nos anos anteriores.

Alguns materiais eletrônicos que são jogados fora como aparelhos com plugues, baterias, celulares, computadores, placas solares, televisões e muitos outros elementos, formam uma quantidade descartada anual gigante, que pesa o equivalente a 4,5 mil torres Eiffel.

Mas as previsões não são nada animadoras, já que os especialistas acreditam que até 2021, haverá um crescimento de 17% desse lixo eletrônico descartado, passando para 52,2 milhões de toneladas por ano. De acordo com o relatório somente 20% de todo lixo eletrônico descartado, foi recuperado e reciclado no ano passado, apesar de serem encontrados em vários casos alguns metais valiosos, como ouro, cobre, prata, paládio e platina, que poderiam ser recuperados.

O relatório também descobriu que 4% dos equipamentos descartados acabam indo para aterros sanitários, e cerca de 76% de todo esses lixos acabam queimados ou reaproveitados em ações nem sempre de forma segura.

Esse tipo de lixo está apresentando uma tendência de crescimento mundial, devido ao descarte individual dos seus habitantes.

O relatório também mostrou que com os preços mais baixos dos aparelhos eletrônicos, o consumo deles acaba aumentando, o que faz com que os aparelhos antigos sejam descartados. A consequência de tudo isso, é que cada pessoa no mundo descartou em média 6,1 kg desses aparelhos no ano passado, apresentando um aumento de 5% se compararmos com os números de lixo eletrônico descartados em 2014.

As maiores taxas de lixo descartado por pessoa foram encontradas na Nova Zelândia e na Austrália, em torno de 17 kg per capita. Nos outros países que ficam na Oceania, os números ficaram bem parecidos.

O continente europeu ficou em segundo lugar em geração de lixo eletrônico, apresentando uma média de 16,6 kg por habitante. As médias por pessoa nas Américas ficaram em 11,6 kg e na Ásia, cerca de 4,2 kg por pessoa. A África é o continente que menos descarta lixo eletrônico no mundo, com uma média per capita de 1,9kg.

 

MU69 é maior do que se acreditava e pode possuir a sua própria lua

Em 2015, a sonda New Horizons deixou Plutão para trás e dirigiu-se para o seu novo destino, um objeto à beira do Sistema Solar apelidado de MU69. À medida que a sonda da NASA se aproxima, nós aprendemos mais sobre esse objeto. A última novidade é uma grande surpresa: pode ser que esse objeto, que ainda é um verdadeiro mistério, tenha sua própria lua.

MU69 (que logo será conhecido por outro nome) foi descoberto pelo telescópio Hubble em 2014, mas sabemos muito pouco sobre o objeto porque ele é muito pouco visivel em uma órbita tão longe do sol. Sabemos que tem uma cor avermelhada, e os astrônomos acreditam que mede cerca de 30 quilômetros, mas ainda não chegaram a uma conclusão sobre qual é sua sua forma e configuração. Pelo tanto quanto sabemos, esse pode ser um objeto irregular como o cometa 67P ou um asteróide binário formado por dois objetos.

Para se tornar ainda mais difícil de categorizar, as últimas medidas da NASA sugerem que o objeto binário tem sua própria lua. Pelo menos, é isso que os movimentos de seu centro de gravidade indicam nas poucas medições que foram feitas ao passar diante de uma estrela.

Se o Mu69 realmente é formado por dois corpos separados, estes giram a uma pequena de distância de apenas 30 quilômetros um do outro, com a lua, de cerca de 5 km de diâmetro, girando uma órbita entre 200 e 300 km.

Em 4 de agosto de 2018 haverá outro ocultamento parcial que permitirá conhecer mais dados do MU69. Até então, tudo o que sabemos pode estar errado. O vôo da New Horizons em torno deste objeto não ocorrerá até o dia 1º de janeiro de 2019. Sendo assim, ainda teremos que esperar um certo tempo para descobrirmos mais e mais sobre esse intrigante mistério.