Mais avançado acelerador de partículas é inaugurado no interior de São Paulo

Considerado o acelerador de partículas mais avançado em atividade, Sirius foi oficialmente inaugurado no dia 14 de novembro de 2018 em Campinas, interior de São Paulo. As notícias são de que a tecnologia empregada no novo acelerador de partículas é a mais avançada na geração de síncrotron.

Inaugurar o Sirius foi só o começo e um primeiro passo neste projeto inovador, que tem expectativa de oferecer um ambiente de estudo completo nas diferentes análises de partículas atômicas e moleculares.

A alta resolução oferecida pelo Sirius pode ser crucial para o desenvolvimento de pesquisas nacionais e internacionais que abrangem diversos setores, como o agronegócio, saúde, transporte, entre outros.

Visto de cima, o novo acelerador de partículas brasileiro parece um gigantesco disco voador aterrissado. A conclusão final do projeto e inauguração de toda a capacidade de pesquisa do acelerador está prevista para 2020. Porém, já estão previstas pesquisas e estudos para serem iniciados a partir do ano que vem.

No final de todo o projeto, o investimento para a construção do acelerador de partículas estará na casa dos R$ 1,8 bilhão se não houver imprevistos até lá. No momento, já foram investidos R$ 1,3 bilhão. É importante informar que 85% de toda a tecnologia de ponta oferecida pelo novo acelerador de partículas é brasileira.

De acordo com Antônio José Roque, coordenador do projeto e responsável pelo Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, Sirius poderá ser aberto para novas pesquisas focadas em produção de petróleo e gás. Além disso, pesquisas sobre novos tratamentos aplicados a área de saúde e agentes controladores de pragas nas lavouras farão parte da rotina dos novos laboratórios.

Sirius não é o primeiro acelerador de partículas em atividade no Brasil. Um acelerador com capacidade e tamanho inferior foi inaugurado em 1997. O UVX, também construído em Campinas, serviu como centro de várias pesquisas durante anos. Mas o UVX é considerado ultrapassado em comparação com o Sirius ou o LHC – Large Hadron Collider -, localizado em Genebra, Suíça. A expectativa são de novas pesquisas de grande importância para o mundo realizadas por brasileiros e estrangeiros, o que favorece mais captação de investimentos e patrocínio internacional em pesquisas brasileiras.

Tipos de econonomia

Economia Socialista e Capitalista. Na economia socialista, como a da URSS e da China, todos os meios de produção, fazendas, fábricas etc. são socializados. Ou seja, eles pertencem ao Estado. Não há setor privado; tudo é uma empresa do setor público.

Os instrumentos de produção são detidos e geridos pelo Estado no interesse do bem-estar geral. Todo o lucro vai para o Estado para ser investido no desenvolvimento econômico adicional ou para ser gasto no bem-estar do povo. Pode não haver igualdade econômica absoluta, mas a igualdade de oportunidades é garantida. O emprego é garantido. Os recursos são alocados não de acordo com a demanda ou desejos do povo, mas por uma autoridade central com vistas aos interesses gerais do Estado.

Tal economia prevalece nos EUA, no Reino Unido, na Europa Ocidental e na maioria dos outros países do mundo. Nessa economia, as decisões econômicas relativas à produção são tomadas por empreendedores privados que são guiados exclusivamente pela taxa esperada de lucro com base nas preferências do consumidor, real ou antecipada. Assim, a motivação do lucro é a mola principal de toda atividade econômica. A instituição da propriedade privada, o papel dominante do empresário, a natureza descoordenada das atividades econômicas, a competição, a cooperação e o conflito de classes são algumas das características importantes capitalista.

Subdesenvolvimento refere-se ao baixo nível de realização econômica e técnica. As pessoas geralmente são pobres e sua produtividade é baixa. A Comissão de Planejamento da Índia define um país subdesenvolvido como um “que é caracterizado pela coexistência, em maior ou menor grau, de mão-de-obra não utilizada ou subutilizada, por um lado, e de recursos naturais inexplorados, por outro. ”

As principais características das economias subdesenvolvidas são: dependência excessiva da agricultura, aumento rápido da população, deficiência de capital, subutilização de recursos humanos e naturais, baixa renda per capita, baixo padrão de vida, estrutura social antieconômica, subdesenvolvimento. infra-estrutura e assim por diante.

Pelo contrário, uma economia desenvolvida mostra uma característica oposta. ou seja, alta taxa de formação de capital, equilíbrio adequado entre agricultura e indústria e entre população rural e urbana, alta renda per capita e alto padrão de vida, técnicas avançadas de produção, crescimento populacional restrito, pleno emprego e utilização ótima de recursos humanos e materiais recursos, uma infra-estrutura totalmente desenvolvida e assim por diante.

Sobe o faturamento do setor de exportações do agronegócio

Notícias boas para o Agronegócio brasileiro. Entre janeiro a setembro, as exportações do campo tiveram um faturamento superior a 10% ante ao mesmo período do ano passado, chegando as cifras de US$ 76 bilhões na parcial de 2018. Entre os motivos do bom desempenho estão a desvalorização do real frente ao dólar e pelo retorno da carne para mercados que estavam rejeitando o produto nacional.

Os dados foram levantados e divulgados pela Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) e o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), e foram divulgados no início da semana.

Segundo a Cepea os bons números são capazes de gerar mais investimento para as próximas safras e o fortalecimento do setor. “A inflação ao redor da meta e a redução nas taxas de juros podem favorecer os investimentos na produção agrícola”, diz o estudo, que tem aponta o agronegócio como um dos carros-chefe para o aumento das reservas de dólares do país.

Produtos em alta

De acordo com a entidade, o câmbio do dólar recuou 1%, mesmo percentual de aumento do volume de exportações. Diante de uma desvalorização do real, ativos como soja, frutas, suco de laranja tiveram bons rendimentos. O destaque ficou com a carne bovina, que vive um bom momento, em especial pela retirada dos embargos de diferentes países por conta da crise envolvendo as gigantes do setor, em 2017.

A guerra comercial entre China e Estados Unidos também foi um fator que contribui para o crescimento do faturamento do agronegócio. O motivo foi aumento nos valores pagos pelos grãos brasileiros, diz o professor de economia Eugenio Stefanelo, da UFPR (Universidade Federal do Paraná) e da FAE. “O prêmio pago no porto tem sido alto, em torno de US$ 2,50 (R$ 9,31, pela cotação de 05/11)”, ressalta.

O professor atribui o crescimento aos fundamentos da oferta e demanda, tendo vista que a China é o nosso principal parceiro comercial. Ele também explica que a peste suína na Europa e a gripe aviária na China contribuíram para as exportações de carne brasileira.

Disney comemora os 90 anos do Mickey Mouse

Para comemorar os 90 anos desde a primeira aparição do Mickey Mouse, que acontece no dia 18 de novembro, a Disney irá inaugurar uma exposição em Nova York, chamada “Mickey: The True Original Exhibition”, a qual estará aberta ao público a partir do dia 8 de novembro.

Essa exposição contará com vários momentos marcantes do Mickey e irá mostrar a grande influência do personagem na cultura popular, tudo isso através de fotos, quadros, exibições multimídia, esculturas e muito mais, os quais são assinados por vários artistas contemporâneos. Em cartaz até fevereiro de 2019, a exposição acontecerá em um ambiente de cerca de 5 mil metros quadrados e promete ser um programa imperdível para os fãs da turma do Mickey.

Mas além dessa exposição, a Disney também está preparando várias atividades exclusivas em seus parques temáticos. Segundo as notícias, no Walt Disney World Resort, em Orlando, os parques terão uma programação especial entre os dias 16 e 18 de novembro, com festas, comidas e bebidas dedicadas ao personagem. No Disneyland Resort, na Califórnia, por sua vez, os visitantes irão ter a chance de acompanhar uma cavalgada feita com a Disneyland Band.

E não as comemorações não se limitam apenas aos parques dos Estados Unidos. No Shanghai Disney Resort, o Mickey irá ganhar um novo e moderno carro alegórico, além de ganhar um cartão de aniversário gigante que será colocado na Shanghai Disneyland. O parque também irá disponibilizar comidas temáticas e produtos especiais em celebração a essa data, assim como o Tokyo Disney Resort.

No caso da Hong Kong Disneyland, além das comidas e dos produtos especiais, o parque também irá inaugurar um novo show de projeções chamado “We Love Mickey”, o qual permanecerá até o final do ano, ao tempo em que a Disneyland Paris irá aproveitar a ocasião para o lançamento de algumas novas atrações.

Para os fãs que não tiverem a oportunidade de visitar os parques da Disney nesse período, a marca também irá lançar novas coleções de brinquedos, roupas e calçados exclusivos em homenagem ao aniversário do Mickey, os quais serão vendidos no mundo todo. Em parceria com marcas como Vans, Forever 21, LEGO, Just Play, Sugarfina e ainda, no Brasil, com empresas como a Zaxy, Havaianas e Melissa, a Disney lançará vários produtos inspirados no personagem mais amado da marca.

Guilherme Paulus – fundador da CVC – é presença garantida no Fórum Conectividade. O empresário paulista estará no painel Formação de Hub com Arialdo Pinho, às 15h. Esse evento está agendado para o dia 26 de novembro de 2018.

Guilherme Paulus, fundador da CVC, estará presente no Fórum Conectividade — Hub de Negócios. Tal acontecimento terá produção sob a responsabilidade do MERCADO & EVENTOS e da PROMO MARKETING INTELIGENTE. A data marcada para isso é dia 26 de novembro no Teatro Renaissance, que fica no bairro Jardim Paulista (São Paulo, SP).

Para as pessoas que desejarem participar, é necessário realizar cadastro gratuito através do seguinte link: https://www.mercadoeeventos.com.br/forum-conectividade-hub/inscricao/.

Juntamente com o secretário de turismo do Ceará, Arialdo Pinho, Guilherme Paulus fará o encerramento da primeira parte das atividades. Os dois têm presença garantida no painel Formação de Hub, com início previsto para 15h30.

Durante o painel, Guilherme Paulus entrevistará Arialdo Pinho sobre as maneiras mais interessantes e adequadas de auxílio mútuo entre os aeroportos e todos aqueles que possuem algum tipo de envolvimento na formação de um hub. Um dos tópicos a serem abordados é o de Fortaleza, hub da Air France/KLM e Gol.

https://www.facebook.com/guilhermejesuspaulus

O entrevistador, Guilherme Paulus, possui bagagem profissional suficiente para nortear a conversa. O empresário paulista fundou a CVC, uma das maiores empresas do ramo, há mais de 40 anos e entende as necessidades dos ambientes ligados ao turismo. Já o entrevistado, Arialdo Pinho, possui todo o conhecimento e experiência que adquiriu como secretário do turismo do Ceará, um dos destinos mais atraentes para quem quer apreciar o litoral brasileiro.

É esperado que mais de 300 interessados e profissionais da área estejam presentes. A finalidade desse evento é fomentar o debate e a busca por melhores práticas do setor de aviação comercial no Brasil e na América Latina.

A agenda do Fórum Conectividade já está completamente fechada e foi planejada para tocar nos principais pontos e questionamentos a respeito de conectividade aérea. Os horários dos painéis podem ser conferidos na lista abaixo:

— Companhias Aéreas (14h30);

— Desenvolvimento de Rotas (15h);

— Formação de Hub, com Guilherme Paulus e Arialdo Pinho (15h30);

— Low-cost (17h);

— Políticas Públicas (17h30).

O endereço completo do Teatro Renaissance é Rua Hadock Lobo, número 746, esquina com Alameda Jaú. Para quem utilizar transporte público para chegar ao local, fica próximo à estação de metrô Consolação. A região também conta com áreas de ciclovias.

O Fórum Conectividade possui patrocínio de Ceará, Espírito Santo, Foz do Iguaçu, CVC, Inframerica, FBHA e CNC. Também possui como apoiadores Vince Airports, Localiza, Renaissance, Shift e Ministério do Turismo.

Esse evento é uma oportunidade de obter novos conhecimentos, se atualizar e entender melhor aspectos de uma área em constante desenvolvimento. Aproveite para compartilhar isso com amigos e pessoas que buscam empreendedorismo e novas ideias.

Produção de joias em formatos de insetos aumenta lucratividade de empresa paulistana

A predileção por parte de algumas pessoas em relação a determinados insetos chamou a atenção dos empreendedores de uma empresa que produz joias. Assim sendo, o estabelecimento deu início à produção de diversas peças com formatos peculiares. A organização em questão é a Santa Prata, que se encarregou de produzir uma linha inteira com anéis, brincos, piercings e colares que imitam estes seres da natureza.

Para Patrícia Amaral Grassano, sócia da companhia e uma das responsáveis por sua fundação, houve uma pesquisa a fim de se conhecer quais eram os gostos do público feminino brasileiro. O que se constatou foi que a mulher brasileira possui grande interesse por elementos que remetam à natureza, sobretudo em peças que empreguem formas e misturas variadas. Com esses dados em mãos, iniciou-se a produção de joias com formatos de abelhas, borboletas e outros tipos de insetos, explica a empreendedora.

A adoção dessa nova postura diante da criação de peças, segundo Patrícia, gerou resultados bastante positivos para a companhia. Isso foi observado ao se analisar o montante investido e o retorno obtido sobre ele. Ela ainda explica que essa linha de joias é composta pelas peças mais pedidas já produzidas até o momento.

A companhia em questão foi criada a partir da união de Patrícia e sua irmã. Além disso, os respectivos maridos das empresárias também fazem parte dos negócios. O ano de inauguração da empresa foi 2004 e a sede se localiza na cidade de São Paulo. Para compor as peças que são vendidas, pedras preciosas conhecidas são utilizadas, tais como esmeraldas, safiras e rubis.

Assim como a empresa fundada pelas irmãs, outras joalherias têm se valido da tendência de valorização de elementos da natureza, fenômeno que pode ser percebido através do largo uso desse tipo de joia por parte de celebridades e outras pessoas de grande destaque na mídia.

Desse modo, a Santa Prata conseguiu aumentar sua clientela ao diversificar o mostruário de joias com que o ansiava sua clientela. Mesmo com a resistência de alguns consumidores adeptos de formatos mais tradicionais, a aceitação por parte do público-alvo foi além do que se esperava.

Saiba mais:

https://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/Moda/noticia/2018/11/empresa-faz-sucesso-com-design-de-joia-no-formato-de-insetos.html

A perspectiva do mercado de trabalho nos próximos anos

Cada vez mais é possível observar o crescimento acelerado do uso da tecnologia na área profissional, a provocar diversas mudança radicais em fábricas espalhadas pelo mundo todo, com uma produção que mistura produtos inovadores e customizados, fabricados em um intervalo curto de tempo. Este é o novo modelo de indústria, onde as atividades começam a ser realizadas frequentemente por máquinas devido à falta de um novo tipo de profissional especializado. Estima-se que 10% dos empregos de hoje serão substituídos por programas automatizados no futuro.

O SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – realizou um estudo que mostrou o surgimento de, no mínimo, 30 novas carreiras, graças aos avanços da tecnologia, em diferente áreas de atuação. Dessa forma, os novos especialistas formados devem desenvolver habilidades como inovação, empreendedorismo, capacidade de solucionar problemas e criatividade, sendo esta considerada a mais relevante em todo o processo. Logo, os profissionais vão agir na interpretação de dados e tomada de decisões mais aprimoradas, por meio da inteligência artificial.

Acredita-se que, a partir das próximas gerações, uma pessoa poderá exercer até cinco tipos de carreiras durante a vida, na medida em que determinada carreira se torne obsoleta. As mudanças no mercado de trabalho sempre ocorreram na história, porém, com o avanço da comunicação e internet, o processo de inovação se tornou mais veloz. Por isso, manter-se atualizado e em aprendizagem constante são dois fatores que não podem ficar de fora ao longo da vida, é preciso estar sempre preparado para as futuras tendências.

E não é somente os profissionais que devem estar preparados para essa evolução, as empresas também devem se aperfeiçoarem para receber os novos especialistas. Grandes líderes empresariais precisam passar por uma transformação em busca de um desenvolvimento contínuo, mediante o conhecimento das novas tecnologias que estão aparecendo e, consequentemente, conhecer o impacto delas em cada setor de negócios. Por isso, há importantes cursos para formação de gestores, apresentando novas ideias, planos e competitividade.

Para saber mais notícias sobre profissões promissoras para os próximos anos, clique aqui e acesse uma matéria exclusiva sobre o assunto.

O que é empreendedorismo social?

Uma das melhores opções de carreira para os estudantes que se formam na faculdade é um campo que nem existia há uma geração. Sim, novas tecnologias, big data e mídia social podem se encaixar nesse critério. Mas um campo em particular está alavancando todas essas três disciplinas para preencher uma lacuna no mercado. “Empreendedorismo social” aplica os princípios de negócios orientados por resultados para a solução de desafios sociais em nível comunitário, nacional ou internacional. A oportunidade de usar as habilidades de negócios tradicionais ou experiências internacionais atraiu muitos profissionais de carreira jovem que buscam mais de um emprego do que apenas um contracheque. Vamos examinar o que esse novo campo popular tem a oferecer e o que ele precisa para ter sucesso.

História do Empreendedorismo Social:O empreendedorismo social não evoluiu da noite para o dia. Suas origens remontam ao início dos anos 80, começando com uma tendência de negócios chamada marketing relacionado a causas. Ligação externa As empresas perceberam que seus clientes se preocupavam com questões específicas, por isso começaram a apoiar questões sociais para ajudar a aumentar a fidelidade do cliente e atrair novos clientes. Em 1983, a American Express prometeu doações para o fundo de restauração da Estátua da Liberdade para cada nova conta aberta e cada compra feita com seu cartão. Os resultados foram impressionantes para a empresa e a causa. As novas aplicações de cartões aumentaram em 45%, o uso de cartões aumentou 28% no primeiro mês e a empresa arrecadou US $ 1,75 milhão em quatro meses.

Muitas empresas rapidamente seguiram o exemplo, apoiando causas ambientais, de saúde, educação e outras. Empresas experientes já aprenderam a comercializar com uma causa social intimamente alinhada com suas ofertas de negócios. Por exemplo, Barnes & Noble participa de uma iniciativa de apoio à alfabetização tecnológica. Praticamente qualquer consumidor percorreu uma mercearia ou shopping e viu inúmeros produtos marcados com uma fita rosa Ligação externa de apoio à conscientização e pesquisa sobre o câncer de mama.

Os esforços deram alguns consumidores causam fadiga. Alguns acreditam que as empresas estão optando por questões apenas para ganhar dinheiro. A falta de autenticidade começou a criar uma reação negativa.

Carlos Alberto de Oliveira Andrade pode legitimamente ser classificado como uma lenda

O Dr. Carlos iniciou o CAOA em 1979 depois de trabalhar por algum tempo no negócio de concessionárias de automóveis. Ele rapidamente cresceu na empresa e continuamente alcançou novos contratos automotivos críticos que deram ao CAOA uma enorme vantagem de mercado em sua pátria brasileira. No final dos anos 90, o CAOA estava ganhando contratos com marcas automotivas estabelecidas, como Subaru e Hyundai. Logo em seguida, o salto para o setor manufatureiro foi iniciado por Carlos Alberto de Oliveira Andrade e sua equipe no CAOA. A verdade é que depois de quase 40 anos no comando do CAOA, Carlos Alberto de Oliveia Andrade não está mostrando sinais de se tornar complacente ou de se contentar com algo que não seja o melhor. Ele continua dedicado a propor novas estratégias para ajudar a empresa a continuar inovando. É esse impulso para o sucesso que o ajudou a alcançar o que ele tem.

 

Carlos Alberto de Oliveira Andrade e Reconhecimento CAOA.

 

Carlos Alberto de Oliveira Andrade, que fundou a CAOA após adquirir uma concessionária falida da Ford em 1979, já obteve sucesso nos primeiros seis anos e durante os anos 80 até o início dos anos 2000. Alguns de seus recentes reconhecimentos incluem aqueles dados após 2006.

 

Quando o Dr. Oliver começou sua carreira automotiva, ele construiu o que se tornou a maior concessionária da Ford na América Latina. Desde então, ele ganhou popularidade porque sua empresa não apenas aumentou as vendas de veículos da Renault, mas também impulsionou as receitas da Subaru e da Hyundai. A partir de 2006, o CAOA ainda manteve a posição de maior concessionária da América Latina na Ford . Este grupo automotivo também continuou a prática como importador e distribuidor exclusivo dos veículos Subaru e Hyundai no Brasil.

 

Em seguida, essa empresa construiu a primeira fábrica da Hyundai, após a qual o Dr. Carlos recebeu a homenagem “Empreendedor do Ano na Indústria” pela Revista Isto É Dinheiro em 2007. Em 2010, a fábrica brasileira construída no distrito comercial de Anápolis recebeu reconhecimento. pela mesma revista que homenageou o Dr. Carlos Alberto de Oliveira Andrade três anos antes disso.

 

A Revista Isto É Dinheiro deu à fábrica brasileira da Hyundai o título de “Empresa do Bem”, que surgiu após a decisão da fábrica de participar das práticas de reutilização de resíduos de produção de veículos. Essa homenagem da revista também surgiu depois que essa fábrica se tornou ativa nos esforços de reflorestamento na região Centro-Oeste.

 

Além disso, a empresa de Anápolis recebeu o reconhecimento da carta da Carta Capital como a mais admirada por três anos consecutivos. Em 2015, o CAOA tornou-se conhecido por seu papel na melhoria da eficiência energética em seus veículos.

 

A partir de 2017, o CAOA também foi relatado como conhecido por sua “solidez” e “equipe altamente treinada de funcionários”. Além disso, essa empresa recebeu reconhecimento como uma empresa com “alto nível de qualidade” de atendimento ao cliente e foi chamada ‘Distribuidor do Ano’ pelo menos uma vez pela Hyundai Motor Company.

O que é um sistema econômico? Definição e significado

Um sistema econômico é uma maneira organizada em que um país aloca notícias de recursos e distribui bens e serviços por toda a nação ou por uma determinada área geográfica. Inclui a combinação de várias instituições, entidades, agências, processos de tomada de decisão e padrões de consumo que compõem a estrutura econômica de uma comunidade específica. Por isso, é um tipo de sistema social.

Um sistema econômico define como todas as entidades em uma economia interagem. Defini-los hoje é muito mais complicado do que costumava ser. Os sistemas antigos eram relativamente simples – o comércio era feito com escambo e havia muito poucos tratados e regras de engajamento.

Os sistemas econômicos hoje são complexos

Nas sociedades antigas, as pessoas apenas trocavam o que tinham pelo que queriam ou precisavam. Hoje, porém, nas economias monetárias, o cenário é muito mais sofisticado.

Atualmente, vivemos em uma sociedade onde grandes empresas têm uma forte influência sobre como os negócios são feitos. Acordos e tratados são negociados e assinados todos os dias, e os governos fizeram muitas leis a respeito do comércio, o que significa que precisamos de uma definição muito mais abrangente do que é um sistema econômico.

Poder-se-ia dizer que hoje, portanto, um sistema econômico é descrito como uma maneira organizada em que um determinado governo optou por alocar os bens e serviços de seu país.

Sistemas nas economias de hoje são muito mais do que simples comércio. Eles definem os valores de nossa sociedade e sua estrutura política.

A estrutura de cada sistema econômico procura responder a essas três ou quatro perguntas. O sistema define as regras de jogo para todos os jogadores em uma economia e define como eles podem interagir uns com os outros.

O estudo dos sistemas econômicos examina como seus vários componentes estão interligados, como a informação flui entre eles e suas relações sociais, incluindo a estrutura de gerenciamento e os direitos de propriedade.

A análise dos sistemas econômicos costumava enfocar dois extremos – economias planejadas e de mercado, e as diferenças entre socialismo e capitalismo.

Hoje, a classificação dos sistemas econômicos se expandiu para incluir outros modelos e tópicos que não estão de acordo com os extremos tradicionais. Globalmente, a forma atualmente dominante de organização econômica é baseada em versões variadas de uma economia mista orientada para o mercado.