Da subsistência até o agrobusiness no Brasil

O Agronegócio, ou Agrobusiness, é toda ação ligada a agricultura ou agropecuária que visa o lucro passando pelos setores industriais e comerciais. Pesquisas realizadas pelo Cepea, Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada – Usp, estipularam que o agronegócio irá cresce 3,4% em 2018, sendo que este campo representa 21,3% da economia brasileira.

Para alcançar resultados tão expressivos foi necessário investimento em tecnologias, em equipamentos, melhorar a qualidade do produto e aplicar técnicas modernas, desde o plantio até o escoamento. E para concretizar esses pontos foi indispensável a presença histórica da Revolução Verde, que ocorreu no Brasil na década de 70 e foi a mecanização das ferramentas operadas no campo.

Segundo a Nasa (National Aeronautics and Space Administration) o Brasil utiliza apenas 7,6% do território nas lavouras e resguarda 66% da vegetação nativa, tornando-o foco de notícias, pois é um dos países que mais preservam a natureza. Em contrapartida a esse resultado há nações campeãs em desmatamento e agricultura, que são a Índia, os Estados Unidos da América, a China e a Rússia, respectivamente, totalizando 36% da área cultivada e plantada do mundo.

Existem ainda outros métodos para aplicação da agricultura, ou seja, outros sistemas agrícolas que não visam o lucro, como a agricultura de subsistência, onde o plantio é realizado em pequenas propriedades, com ausência da mecanização e tem o consumo próprio como objetivo, a agricultura familiar, que é um aperfeiçoamento da de subsistência com subsídios governamentais, a agricultura extensiva, que se passa em grandes propriedades, com média produtividade e baixa mecanização e a agricultura intensiva, que se dá em pequenas propriedades, com alto nível de mecanização e com elevada produtividade. A extensiva, normalmente, é vista em países emergentes ou subdesenvolvidos e a intensiva em países já desenvolvidos.

Os principais produtos agrícolas exportados e distribuídos pelo Brasil de acordo com o levantamento realizado pela Secretaria de Comércio Exterior, Secex, são: a cana-de-açúcar, o café, a soja, a carne bovina, a laranja, o milho e o fumo.

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