Advogado Fagali reporta como os assuntos de Compliance são abordados em cursos de MBA

Cada vez mais procurados por quem deseja complementar seus estudos acadêmicos, os cursos de MBA (Master of Business Admnistration) têm atualmente conteúdo aprofundado em temas relacionados à área de Compliance. Tratando-se de um tipo de pós-graduação da modalidade Lato Sensu, a certificação, conforme noticia Bruno Fagali, é de interesse frequente de profissionais que atuam como executivos. O advogado pontua ainda que assuntos como design, inovação e tecnologia também completam o conteúdo programático desses cursos.

Segundo reporta Bruno Fagali, que é sócio da Fagali Advocacia, o docente Vicente Ferreira, que leciona na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) salienta que a maior parte das instituições de ensino mais sólidas do país oferecem as matérias de Compliance de maneira transversal. Dessa forma, o ensino de questões relacionadas ao assunto costuma ser empregado no momento de se minimizar situações em que algum conflito de interesses possa ocorrer na gestão de empresas. E isso acaba por ser feito obedecendo-se padrões considerados éticos, destaca o profissional.

O representante da Fagali Advocacia exemplifica a situação mencionada por Ferreira ao relembrar o modo como a FGV aplica este tipo de assunto em seu gerenciamento. Conforme explica o advogado, a instituição em questão se reúne com diversas empresas a fim de adequar o conteúdo de seus cursos à realidade do mercado. Gerson Lachtermacher, que atualmente dirige a área de Programas e Processos Acadêmicos da fundação, aponta que os cursos são revistos frequentemente e os novos conteúdos são incorporados gradativamente à grade curricular, conforme maior ou menor grau de relevância.

Marcelo Boschi, coordenador dos cursos de MBA da ESPM – Rio no que se refere ao segmento que envolve Marketing Estratégico, apresenta posicionamento semelhante ao de Lachtermacher, salienta o advogado. Boschi ainda esclarece que é fundamental aos executivos que estes tenham contato com o que de fato está acontecendo na sociedade, sobretudo no que diz respeito às mudanças verificadas. Assim sendo, ele defende que constantes revisões sejam feitas nos materiais de ensino, o que pode resultar até mesmo na criação de disciplinas específicas.

Boschi complementa suas observações descrevendo as questões de Compliance como atuais e complexas. Para ele, este tipo de assunto requer uma postura inovadora por parte dos professores, que segundo ele, devem atuar de modo multidisciplinar através de uma ótica atualizada. No caso dos cursos da instituição onde atua, ele acredita que o tema possa ser parte integrante dos cursos que possuem Branding como disciplina, uma vez que se refere à reputação das empresas.

Além do Compliance, o empreendedorismo é outro tema recorrente nos cursos de MBA, noticia Fagali. Para ilustrar o assunto, o advogado relembra que Maximiliano Damas, reitor da UniCarioca acredita que o assunto é importante tanto para a formação dos alunos quanto para o desenvolvimento que se espera do país.

O advogado finaliza abordando o modo como Eduardo Murad, diretor de ensino dos cursos de pós-graduação da Unisuam, observa os interesses de seus alunos. Para Murad, quem se matricula em um MBA espera vivenciar na teoria o que ocorre na realidade, tendo contato com conteúdos relevantes e formando networking.

Plástico está presente em 95% do lixo encontrado nas praias brasileiras

Dentre as novas notícias, um estudo de monitoramento realizado pelo IOUSP – Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo -, revelou que uma parcela de 95% de todo o lixo que é encontrado nas praias do Brasil é composto por materiais feitos de plástico. Dentre esse lixo estão: copos descartáveis, garrafas, cotonetes, canudos, redes de pesca, embalagens de sorvete, entre muitos outros.

O trabalho de monitoramento que foi realizado pelo IOUSP em parceria com a Plastivida – Instituto Socioambiental dos Plásticos – desde o ano de 2012, encerrou com 12 conclusões.

Esse tipo de pesquisa voltada exclusivamente para o lixo jogado no mar não costuma ser realizada com frequência no Brasil e no mundo. Contudo, no mundo já sabemos que os resíduos sólidos encontrados no mar são provenientes de diversas regiões.

As estimativas são de que 80% de todo lixo encontrado nos oceanos sejam de origem terrestre, ou seja, lixo produzido pelo homem. A causa desses problemas são muitas, sendo a gestão inadequada tanto do consumo quanto da eliminação do lixo urbano a maior causa desse problema. Além disso, um dos grandes responsáveis por todo esse lixo nos mares são as atividades econômicas, como o comércio, indústria e serviços, e as atividades portuárias e de turismo do mundo todo.

Contudo, essas não são as únicas causas do lixo nos mares, outra parte do lixo é jogada nos oceanos pela própria população que não descarta corretamente seus resíduos. O ato de jogar lixo nas ruas, ou mesmo não realizar o processo de coleta seletiva, faz com que aconteça a chamada poluição difusa.

O restante do lixo encontrado nos oceanos do mundo todo, que seria apenas 20%, provém dos próprios oceanos através de atividades como o mergulho recreativo, pesca, turismo, cruzeiro, entre outros. Para medir a poluição dos oceanos vinda de cada país há até mesmo um ranking, no qual o Brasil participa na 16ª colocação. O ranking faz parte de um estudo realizado nos Estados Unidos, tendo sido divulgado ainda em 2015.

O ranking foi feito com base na quantidade de lixo que é descartada por cada país através dos meios terrestres. Somente no Brasil, o descarte de resíduos sólidos chega a ser entre 70 mil a 190 mil toneladas todos os anos.

Tesla, empresa de Elon Musk tem a pior perda registrada da sua história

Você conhece Elon Musk, o dono e visionário de empresas como a Space X, que planeja levar o homem a marte até 2030 e da Tesla, maior produtora de carros elétricos do mundo?

Mesmo ele sendo o visionário, a Tesla enfrentou a sua maior perda no segundo trimestre de 2018. No primeiro trimestre ela também teve uma perda significativa de dinheiro, mas menor que no segundo trimestre.

Elon Musk revelou que a empresa perdeu 717 milhões de dólares no segundo trimestre de 2018.

Mesmo assim, indo em contrapartida a tudo isso, as ações da empresa cresceram 10% nesse mesmo período.

A explicação dos especialistas para esse crescimento das ações é que era previsto uma perda muito maior do que aconteceu. O fato de mesmo assim a empresa ainda ter mais de 2 bilhões em caixa, também motiva o crescimento das ações.

A Tesla tem como missão principal a produção de carros elétricos acessíveis para as pessoas comuns e também por um preço acessível.

Atualmente já existem carros elétricos no mercado, porém eles são muito caros e tem uma baixa autonomia de ‘combustível’.

Elon Musk, revelou que os planos da empresa são de que esse foi o último trimestre que eles fecharam no negativo e que a partir do terceiro trimestre de 2018, as contas só fechem no positivo.

Notícias revelam que no momento os carros elétricos populares que eles pretendem vender ainda não estão sendo produzidos, esses carros teriam um valor inicial de 35 mil dólares.

As versões que eles estão vendendo no momento são as de, no mínimo, 49 mil dólares.

Elon Musk previa que produziria desde o início de 2018 a marca de 5 mil carros elétricos por semana, porém essa marca só foi atingida no final do segundo trimestre.

Agora sua meta é chegar a 10 mil carros elétricos por semana no final de 2018.

Mesmo com todas essas notícias negativas, Elon Musk e seus investidores se mantém confiante em sua empresa a longo prazo.

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Um bilhete de loteria jogado no lixo e rasgado levou um casal a ganhar fortuna

Aberdeenshire, no oeste da Escócia, foi onde toda a história se desenrolou. 10 de Julho de 2018 foi a data em que o bilhete foi levado para a conferência, Fred Higgins era o seu dono aos 67 anos de idade, já aposentado do seu trabalho na Audi.

Ele lembra-se “Eu entrei o ticket e o jovem atendente colocou-o na máquina, dizendo-me que eu não havia ganhado. Ele partiu o bilhete em dois e jogou na lixeira, como fariam com qualquer bilhete não vencedor.”

A máquina, então, imprimiu uma mensagem.

“O terminal produziu um folheto dizendo para pegar meu bilhete e ligar para Camelot [Empresa oficial de loteria do Reino Unido]”, diz o senhor.

O ticket, agora em duas partes foi recuperado pelo funcionário e entregue a Fred, para depois esse descobrir que ele era o maior vencedor da premiação. Um erro do terminal foi o culpado pela mensagem errada, que colocou o aposentado erroneamente como um dos perdedores.

“Lesley [sua esposa] estava dormindo então eu decidi olhar novamente os números, após a mensagem da máquina. O primeiro estava correto, o segundo, terceiro, quarto – Nós acertamos todos,” conta Fred.

“Em momento algum nós ficamos apreensivos de não receber a premiação, sabíamos que era um erro justo – Só precisavam verificar tudo para ter certeza que estava tudo nos conformes,” completa Higgins.

Camelot, então, realizou testes e até checaram as filmagens de câmeras de segurança da loja onde tudo ocorreu, para verificar o bilhete rasgado. Os números do ticket eram: 3-8-26-33-45 com os números de Lucky Star – Estrela da Sorte – 7 e 10.

Notícias como essa não são muito comuns e essa foi a 14ª maior premiação da National Lottery, a loteria do Reino Unido, responsabilidade da Camelot. A sua maior premiação foi, também, para um casal – Colin Weir e sua esposa Christine – que, em 2011, ganhou cerca de 161 milhões de libras esterlinas, o que equivalia na época a pouco mais de 400 milhões de reais – Hoje o valor chegaria próximo aos 900 milhões de reais.

Pode-se ler mais a respeito em: http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/mundo-insolito/2018-08-02/ganhar-na-loteria-bilhete-rasgado.html

TELAS FLEXÍVEIS PARA SMARTPHONES, UMA SOLUÇÃO DE DURABILIDADE E RESISTÊNCIA MAIS PRÓXIMO DA REALIDADE.

Em busca por melhorias constantes em seus aparelhos de smartphones, as grandes fabricantes procuram desenvolver, não só novos recursos, como também componentes que apresentem maiores destaques em seus produtos, tanto em questões estéticas como também funcionais.

Entre essas notícias, muitas empresas trabalham em desenvolvimentos e melhorias inclusive para as telas de seus aparelhos, apresentando produtos até certo ponto resistentes a riscos e quedas, mas não conseguem eliminar esse problema.

A SAMSUNG, uma das maiores fabricantes de smartphones, desenvolveu uma tela flexível para seus aparelhos com a promessa de entregar um produto com maior durabilidade e resistência no mercado. A tecnologia foi desenvolvida através de um plástico mais resistente e flexível, que sobrepõem a tela OLED do smartphone ao invés do vidro, que por sua vez não possui boa resistência permitindo uma certa fragilidade aos aparelhos, riscos e trincas são as principais características causadas com frequência.

Dentre os testes realizados, o mais frequente é o de queda. Através do comunicado da empresa, esse teste obteve sucesso diante dos padrões aos quais foram submetidos, apresentando uma tela resistente e inquebrável quanto a esse quesito.

A empresa atua em vários segmentos, e pretende levar a tecnologia a outros aparelhos que necessitam utilizar de telas OLED, apresentando assim, produtos menos frágeis no mercado, uma vez que, produtos como televisores, monitores, os próprios smartphones e muitos outros, são aparelhos que possuem bom índice de fragilidade perante à esse componente. Dentre riscos e trincas, a manutenção tem um valor que muitas vezes é compensável comprar outro novo com garantia, ao invés de reparar o dano.

No momento em que a tecnologia é apresentada e também testada, a realidade dessa tecnologia estar presente nos equipamentos está próxima de acontecer, a partir daí, um considerável passo tecnológico pode ser dado, fazendo com que outras companhias sejam forçadas em aderir esse tipo de recurso, existindo concorrência entre essas, promovendo preços competitivos ao mercado e sendo acessível ao consumidor final.