Ansiedade é inerente a todo ser humano, mas como curá-la?

A ansiedade é intrínseca ao ser humano e é um sentimento pelo qual todos passam, por isso é corriqueira ao enfrentarmos alguma tensão, problema, prova ou altas emoções no dia-a-dia. Entretanto a ansiedade excessiva é uma doença, ou seja, um distúrbio de ansiedade e por isso requer tratamento.

Pessoas que costumam sofrer deste mal sentem uma enorme preocupação e medo, em situações cotidianas que para outras pessoas seriam normais. Os sintomas afetam a vida das pessoas em diversos âmbitos, já que o físico, o emocional e o mental são afetados de maneira arrebatadora, o que impacta em todas as ações da pessoa.

Existem inúmeros distúrbios de ansiedade, mas os mais corriqueiros se referem ao transtorno generalizado, a síndrome do pânico e a fobia social. A fobia específica, como a claustrofobia ou a agorafobia, são muito comuns nestes casos.

A ansiedade ainda pode ser impulsionada por outras causas como, por exemplo, o Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), transtorno de estresse pós – traumático e o transtorno fóbico – ansioso.

As principais causas se referem a genética, a que condições estão o ambiente em que a pessoa frequenta, se ela já passou por algum tipo de trauma ou estresse. A mentalidade, a forma como a pessoa enxerga a vida e doenças físicas, como problemas cardiovasculares, doenças hormonais, problemas respiratórios, dores crônicas e o abuso de drogas lícitas e ilícitas podem influenciar no desenvolvimento da ansiedade, além de serem possíveis causadores.

A procura de um psicólogo ou de um psiquiatra é necessária para que a pessoa consiga descobrir as causas do problema, se há ou não causas físicas, e assim conseguir controlar esta ansiedade e lidar melhor com crises, evitando-as assim.

Clinicos gerais, psiquiatras e psicólogos podem diagnosticar o transtorno, mas para agilizar todo este processo é benéfico que o paciente já se dirija ao médico com uma lista dos sintomas que surgem e com que frequência aparecem, medicamentos que se toma e o histórico médico do paciente.

O tratamento consiste no alívio dos sintomas, caso a causa seja física. Porém, se o transtorno de ansiedade tiver outras motivações é indicado que a terapia cognitivo – comportamental seja utilizado em um prazo curto e que assim o paciente consiga controlar futuras crises.

Em outros casos a psicoterapia, ansiolíticos e a utilização de remédios são recomendadas.

É necessário salientar que no aparecimento de qualquer sintoma, como cansaço físico e emocional, falta de sono, culpa, medo ou outros sentimentos que advenham de uma ansiedade e sejam contínuos procure um médico, para receber o melhor tratamento possível.

 

Pesquisa revela que o Himalaia pode ficar sem as suas geleiras até o fim desse século

Um dos maiores sonhos de muitas pessoas que possuem um espírito aventureiro, é escalar o Himalaia com seus vales e picos, além de apresentar as suas  fantásticas geleiras.  Todo esse gelo não constitui somente a paisagem do lugar, mas também faz parte do dia a dia e da cultura do povo que mora próximo a essa região. Mas uma pesquisa descobriu que se as emissões atmosféricas permanecerem do mesmo jeito que estão, as geleiras não devem resistir por muito mais tempo, segundo os dados do IFL Science.

Um grupo de pesquisadores analisou a redução encontrada de gelo em toda a região do Monte Everest, que fica no Himalaia. Eles perceberam que as emissões na atmosfera realizadas pelo efeito estufa, se continuarem com esses índices cada vez maiores, eles podem acarretar a redução das geleiras entre 70 e 99%, até o fim desse século. Mas podem existir diferenças nesses índices, já que é considerado inevitável que essa região apresente uma redução da sua geleira, nas próximas décadas.

De acordo com o hidrólogo e autor da pesquisa, Joseph Shea, do Centro Internacional para o Desenvolvimento Integrado da Montanha, a alteração apresentada pela geleira é perceptível, sendo que a redução da geleira é constante e provavelmente em ritmo acelerado, devido ao aumento observado das temperaturas.

Esse processo do derretimento de toda essa neve pode ocasionar terremotos, avalanches e novas formações de lagos, o que poderiam acarretar a ruptura de barragens. Outra situação que acaba ocorrendo com todo esse processo, é que os rios localizados nessa região começam a seguir o seu curso com um volume de água maior, que pode chegar até cem vezes o seu volume normal, causando com isso inundações terríveis pelo seu caminho. Os habitantes das regiões próximas, também precisam das águas resultantes do degelo para as épocas do ano mais secas, até que o período das chuvas de monções possa chegar a essas localidades.

Em termos de quantidade de gelo, as geleiras que ficam no Himalaia são as maiores depois das regiões polares em volume. Qualquer mudança representa consequências sérias sobre a disponibilização de água, da agricultura e da energia hidrelétrica.

 

Bafômetro pode diagnosticar doença que mais mata crianças no mundo

Cientistas descobrem que o bafômetro pode ajudar a diagnosticar a malaria, uma doença fatal transmitida por parasitas do mosquito Anopheles. As pessoas contaminadas pela doença liberam um tipo de traço respiratório distinto que pode ser identificado por um protótipo do bafômetro que vem sendo utilizado na África.

Quando a pessoa está infectada pela malária, ela produz um odor idêntico ao cheiro natural que atrai os hospedeiros da doença. Os pesquisadores da Universidade Washington nos Estados Unidos dizem que os pinheiros e coníferas exalam terpenos, que são substâncias que atraem os insetos polinizadores da doença.

Eles acreditam que a pessoa com a malária ao produzirem esses odores, atraem os mosquitos que ao picarem uma pessoa deixam ela infectada pela doença, assim disseminando a doença.

O bafômetro adaptado, ainda precisa ser aprimorado segundo os cientistas e os resultados iniciais apresentaram índices razoáveis nos diagnósticos. Os envolvidos na pesquisa acreditam que o aparelho pode se tornar um grande aliado confiável no diagnóstico precoce da doença e na prevenção das mortes.

A Organização Mundial da Saúde em 2015 recebeu notificação da malária de 95 países, com 3,2 bilhões de pessoas em risco de infecção, número que representa metade da população mundial. Foram 214 milhões de casos de malária com 438 mil mortes em 2015. A África é responsável por 88% dos registros e 90% das mortes causadas pela doença.

Entre os anos de 2000 a 2015, houve uma queda nos registros de incidência da doença na população mais vulnerável a contaminação. No Brasil, foram registrados 143 mil casos em 2015. Segundo o Ministério da Saúde, foi o maior número de registro dos últimos 35 anos. Em 2015 foram 26 mortes, uma redução de 89% em comparação ao ano 2000.

Os sintomas da malária incluem febre aguda, a pessoa que não é imune sofre também com dor de cabeça, calafrios e vômito, que aparecem normalmente em 10 a 15 dias após a infecção. A doença pode evoluir para formas mais grave e até levar a morte se não for tratada com medicamentos rapidamente.

O diagnóstico atual através de exames de sangue estão disponíveis, porém além de serem caros, o seu alcance é limitado. No caso do bafômetro que pode identificar seis tipos diferentes de odores, criado pelos americanos, é um método menos invasivo que não exige amostras de sangue ou expertise.

 

Saiba como algumas empresas têm driblado a burocracia, por Ricardo Tosto

A arbitragem ganhou espaço nas negociações de disputas empresariais, informa o advogado Ricardo Tosto, sócio-fundador da advocacia Leite, Tosto e Barros. Nesse modo de se negociar, as questões abrangidas são aquelas que podem ser solucionadas sem que haja intermédio dos mecanismos jurídicos governamentais. Dada sua eficiência na aplicação de assuntos corporativos, o profissional esclarece que esse tipo de resolução organizacional é bem recebida pelas companhias. Dois dos fatores que mais pesam no momento de se empregar tais ações são a redução de despesas e a rapidez nos processos adotados.

Atentas aos benefícios que a arbitragem pode conferir ao ambiente organizacional, diversas instituições têm utilizado especificamente a mediação intraorganizacional, uma derivação dessa forma de negociação onde os próprios colaboradores de determinada organização recebem capacitação para obterem habilidades de mediadores. Ricardo Tosto aponta que, embora as disputas de caráter empresarial sejam resolvidas no ambiente interno das corporações, algumas dessas empresas podem optar pela contratação de profissionais com a exclusiva incumbência de mediarem situações conflituosas.

Como tem ocorrido em outros segmentos, a tecnologia também passou a ser empregada por empresas no que se refere às disputas litigiosas. Dentre os métodos tecnológicos adotados, a negociação online é a que assume maior destaque no cotidiano das organizações, salienta Ricardo Tosto. O processo para a utilização da forma digital de se mediar conflitos consiste em se alimentar um sistema próprio, de maneira a facilitar possíveis consultas de resultados sobre assuntos litigiosos.

Conforme ressalta o sócio da Leite, Tosto e Barros, algumas situações de conflito são atenuadas em decorrência do uso das mediações online. O principal desses atuantes é se evitar com que agentes envolvidos nas disputas tenham a necessidade de um encontro presencial, uma vez que tudo é resolvido de modo remoto. Além disso, os trâmites tornam-se muito mais rápidos, já que a costumeira burocracia encontrada em formatos tradicionais de negociações acaba por ser eliminada.

Ricardo Tosto explica que as instituições que adotarem a mediação para resolver disputas devem atentar para a maneira como estas serão organizadas dentro do ambiente corporativo, pois o sucesso dessas ações está ligado diretamente ao maior ou menor empenho dos profissionais incumbidos de sua aplicação. Se não houver o real engajamento dos responsáveis pela adoção do serviço, o advogado pontua que se corre o risco dos processos se tornarem até mais lentos, se considerado o modo tradicional de resolvê-los. Conforme salienta o representante do Leite, Tosto e Barros, as organizações precisam cuidar para que tais medidas não se tornem mais burocráticas que o necessário.

Investir em arbitragem é algo que divide opiniões em se considerando o segmento abrangido pelas empresas nacionais, reporta Ricardo Tosto. Isso acontece em razão de alguns administradores encararem a implantação do serviço como algo que pode representar um alto custo aos cofres da organização. Em contrapartida, algumas instituições não se abstêm de realizarem investimentos na área, pois acreditam que o retorno financeiro virá através da agilidade com que alguns tipos de conflitos empresarias serão resolvidos. Assim sendo, é comum que profissionais sejam treinados para atuarem como mediadores na própria empresa onde atuam.

 

Windows 10 – Nova Versão pelo Mundo

Embora tenha sido difundido no mês de julho de 2015, o programa Windows 10 foi atualizado pela segunda vez para uma nova versão chamada “Windows 10 Fall Creators Update”. Segundo a empresa Microsoft, responsável pelo sistema operacional mais divulgado e um dos mais vendidos no globo, esta versão tem a estimativa de alcance de uso de 600 milhões de aparelhos pelo mundo todo, presente em modelos diversos como microcomputadores (Pcs), o vídeogame XBoxOne, tablets, Hololens, dentre outros dispositivos. A companhia já disponibilizou – em seu próprio website – aos seus usuários esta nova versão a fim que eles possam fazer os ajustes no programa. São várias as novidades que o Sistema promete, novidades comunicados pelos porta-vozes da gigante da informática, dentre elas: a sua nova identidade visual, mais moderna, num só tom de azul, aperfeiçoamento na estabilidade, melhor performance, uma revigorada central de ações, possibilidade de personalização de cores, instalação de software direcionado para composições musicais , além de outros detalhes que aprimoram mais o sistema. Já existe a possibilidade de, inclusive, customizar o visual do Windows 10, adequando-o ao seu proprietário. Havia uma certa preocupação em torno do processo necessário para baixar a nova versão, um certo temor dos usuários com a lentidão do programa para a atualização, mas os responsáveis pela apresentação à mídia revelaram que pode haver uma certa demora tendo em vista que são muitos dispositivos (milhões) ao mesmo tempo tentando baixar a versão melhorada, mas que no entanto, vale a espera por todos os benefícios incorporados aos novos recursos. De acordo com eles, o fato de possibilitarem que no próprio site possa ser feita esta  upgrade , facilita a vida do cliente, que de seu próprio aparelho (em casa, no trabalho ou de qualquer lugar) podem, com o auxílio de um tutorial básico, adquirirem o melhor sistema disponível, mais bonito e aperfeiçoado.

 

Estudo revela que Omeprazol tem relação direta com câncer no estômago

O medicamento Omeprazol da família do IBP – inibidores de bomba de prótons – fortemente usado para o tratamento de gastrite, refluxo ácido e úlceras estomacais, tem um potencial de 2,4 vezes de aumento do risco de câncer de estômago.

Os medicamentos da família do IBP, como Pantoprazol, Lansoprazol e o Omeprazol, todos esses medicamentos estão envolvidos no estudo e demonstraram uma relação direta com o aumento do câncer no estômago em até 2,4 vezes em potencial de risco de câncer.

Omeprazol é um dos medicamentos mais prescritos em todo o mundo. No Reino Unido, os registros apontam para mais de 50 milhões de observações médicas indicando o Omeprazol como forma de tratamento todo ano. Os médicos, cientistas e acadêmicos de todo mundo já desconfiavam do potencial de risco dos medicamentos da família IBP, porém um estudo mais aprofundado como este não tinha sido realizado até então.

De acordo com os pesquisadores, a remoção da bactéria Helicobacter Pylori, que foi removida no tratamento de refluxo gástrico utilizando o Omeprazol, disparou o potencial de câncer no estômago.

O estudo contou com a participação de 63 mil participantes entre 2003 e 2012. Os participantes utilizaram os medicamentos da família IBP e um outro medicamento identificado como H2. Durante o período do estudo, 3.271 pessoas receberam os medicamentos IBP por um período de três anos, e no mesmo período 21.729 participantes do estudo receberam bloqueador de H2. Neste período 153 pessoas desenvolveram câncer no estômago.

A conclusão dos pesquisadores é que, quem faz o uso diário dos medicamentos da família IBP corre o risco 4,5 vezes maior de adquirir um câncer de estômago, enquanto o bloqueador H2 não apresentou riscos diretamente relacionados com a incidência de câncer no estômago. Após um ano de uso dos medicamentos da família IBP, o risco no aumento do câncer foi 5 vezes maior e após três anos o risco passou para 8 vezes maior no potencial.

A recomendação dos pesquisadores é de que os profissionais da saúde tenham cautela ao prescrever um IBP para um uso prolongado. O estudo foi realizado pela Universidade London School of Hygiene and Tropical Medicine.

 

Palestrante americano vem ao país para tratar da tecnologia na área da saúde, por Jorge Moll

As constantes descobertas tecnológicas têm sido utilizadas também na área da saúde. A aplicação da tecnologia, entretanto, costuma variar de acordo com a localização dos estabelecimentos que a empregam, ou seja, em países mais desenvolvidos a frequência de seu uso é consideravelmente maior, destaca o médico Jorge Moll Neto. Os Estados Unidos, assim como em relação a outros segmentos, são os maiores utilizadores de recursos tecnológicos em atendimentos médicos, informa o neurocientista que responde pela administração do setor de pesquisas e ensino do Instituto D’Or.

Em terras americanas, o Vale do Silício, localizado na Califórnia concentra boa parte do desenvolvimento e da produção de equipamentos tecnológicos cuja utilização é realizada em todo o mundo. Para debater o assunto, Albert Chan, um médico que atua como vice-presidente do setor de inovação da companhia Sutter Health, trouxe ao Brasil alguns dos avanços que têm feito diferença positiva nos atendimentos médicos. O tema foi discutido, contudo, em uma sequência de palestras, pontua Jorge Moll.

Mesmo que a tecnologia possa parecer algo frio, em suas explicações, Chan falou com frequência do maior acolhimento que é ocasionado por ela. Segundo o médico, seus benefícios são ainda maiores do que se possa imaginar, já que que os avanços costumam transformar a experiência dos pacientes e também dos profissionais da área da saúde. Jorge Moll ressalta que durante as explanações de seu colega americano o Google Glass foi apresentado como um grande aliado de quem atua no segmento médico, pois faz com que os atendimentos possam ser realizados com comandos de voz.

Eliminando-se a constante necessidade de se consultar arquivos onde fichas e prontuários são pesquisados, o Google Glass acaba por liberar maior tempo durante as consultas, este por sua vez, pode ser totalmente revertido ao paciente, aumentando a qualidade dos serviços prestados, assim como a segurança enquanto este é atendido. Isso ocorre em face do equipamento concentrar todos os dados dos usuários, gerando armazenamento e a facilidade de se realizar pesquisas rápidas de informações.

A forma empregada pelo dispositivo apresentado por Chan em se tratando de armazenar os dados colhidos é remota, bem como as pesquisas, caso sejam necessárias, permitindo que médicos revisem o que foi realizado durante os atendimentos. Além de suscitar melhoria na forma como as pessoas são tratadas, ocorre também, conforme indicou o palestrante, o crescimento dos níveis de produtividade. Jorge Moll informa que o americano se mostrou animado com o Google Glass mas não deixou de falar dos poderes que celulares e tablets carregam através dos aplicativos instalados.

O representante da Sutter Health ainda tratou das questões que estruturam e possibilitam com que a tecnologia seja adotada, destaca Jorge Moll. O americano alegou que as empresas precisam investir mais em recursos tecnológicos. As startups também são vistas por Chan como possíveis agentes integradores entre os estabelecimentos de saúde e o uso de dispositivos criados para auxiliar o atendimento no segmento. Dessa forma, o palestrante disse acreditar na combinação de fatores para que o emprego desse tipo de recurso seja realmente bem-sucedido.

 

Relatório revelou que a poluição matou 9 milhões de pessoas em 2015

Um novo relatório realizado pelo “The Lancet” revelou que em 2015, a poluição foi responsável por matar 9 milhões de pessoas em todo o mundo. Esse número é equivale a uma morte para cada seis outras mortes que ocorreram em todo o planeta durante o período analisado. O relatório feito pelo periódico científico foi publicado no dia 19 de outubro deste ano.

O periódico informou no relatório que 6,5 milhões dessas mortes relacionadas a poluição ocorreram por causa da poluição do ar. Já a poluição da água foi responsável por matar 1,8 milhão de pessoas em 2015. O restante, 800 mil mortes, foram causadas pela poluição do local de trabalho. Contudo, o relatório ainda revelou que o número de óbitos relacionados a poluição pode ser ainda maior, isso porque existem diversos poluentes químicos que nem sequer passaram por uma identificação.

O relatório publicado é o resultado de um estudo que durou dois anos e faz parte de uma comissão elaborada e organizada pelo periódico científico “The Lancet”. O projeto visa entender os efeitos causados pela poluição na saúde humana em uma escala global. Além dos dados coletados pelo periódico, o estudo ainda contou com financiamento feito pela União Europeia e com a participação de mais de 40 instituições e organizações internacionais para ser concluído. A pesquisa foi liderada pelo médico e pesquisador ambiental Philip Landrigan, da Universidade de Harvard – Estados Unidos, e pelo fundador da Pure Earth, Richard Fuller.

O pesquisador Landrigan destacou em seu estudo que a poluição agride mais que o meio ambiente e passa a apresentar profundas manifestações que interferem no bem-estar humano. O médico e cientista ainda destacou que o tema poluição não tem sido abordado como deveria pelas agências globais de saúde. Além disso, as estratégias para controlar a emissão de poluentes não estão recebendo o financiamento correto ou ainda suficiente para que se tornem efetivas.

O estudo ainda revelou que a maioria das mortes estudadas no período de 2015 tiveram relação direta entre a poluição e as DNTs – Doenças Não Transmissíveis. Dentre as doenças que mais tiveram relação com a poluição estão as doenças cardíacas, câncer de pulmão, acidentes vasculares cerebrais e a doença pulmonar obstrutiva crônica.

 

Enem exige competências na redação e disposição para o exame

O Enem é um dos primeiros desafios que o estudante enfrenta no início de sua carreira acadêmica. Com uma avaliação que exige bastante foco e leitura do candidato, a preparação exige uma resistência física e uma preparação psicológica consistente.

Uma das avaliações mais importantes do Enem é a redação que pode chegar até 1.000 pontos. Nesse ano, o tema da Redação é “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”. Na tarde de domingo do dia 5, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), responsável pela aplicação do exame, divulgou o tema da prova.

São mais de 6,73 milhões de candidatos que farão um texto dissertativo-argumentativo de no máximo 30 linhas que deve trazer uma proposta de intervenção para o tema proposto. No mesmo dia em que a redação é aplicada, os candidatos deverão responder a 90 questões de linguagens e ciências humanas. O limite máximo de tempo para a prova será de cinco horas e meia. Depois dessa primeira fase de provas, na semana seguinte dia 12 de novembro será aplicada a prova com 45 questões sobre ciências da natureza e outras 45 de matemática.

A redação, uma das avaliações que mais tem peso na pontuação, foi protagonista de polêmica durante a semana que antecedeu a aplicação da primeira fase de provas. Foi suspendida pelo Supremo Tribunal Federal a anulação da prova caso o candidato escrevesse um texto que desrespeitasse os direitos humanos.

A decisão foi recebida pelo MEC (Ministério da Educação), mas alertou que a conduta no texto da prova poderá causar a perda de 200 pontos na redação.

O candidato que deseja se sair bem nessa avaliação deverá se focar nas competências definidas esperadas no texto do Enem como: domínio da escrita formal, compreensão da proposta e aplicação de conceitos, defender ponto de vista com informações, fatos ou opiniões, conhecimento linguísticos para construir uma argumentação e elaboração de solução para a questão apresentada.

Além de todo o preparo acadêmico é recomendável levar uma garrafa de água, alguma fruta ou um pequeno lanche para os momentos de fome. Alimentos que façam a pessoa relaxar e gerem bem-estar são recomendáveis para deixar menos tenso o momento da prova e causar mais disposição.